quinta-feira, 17 de julho de 2014

Encontro internacional de Umbanda em Leiria

Recebemos a seguinte divulgação e estamos compartilhando com vocês!Mais informações:
 https://www.facebook.com/encontrointernacionaldeumbanda


Workshop: Brincando no terreiro


  No domingo, 20 de julho, o Terreiro da Vó Benedita de Campinas receberá o workshop Brincando no terreiro, com o facilitador Ademir Barbosa Júnior. A atividade é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo e.mail joao.galerani@gmail.com.
Para maiores informações, acesse o link abaixo:


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Tereza de Benguela e o dia 25 de julho

    Em comemoração ao dia 25 de julho, iniciaremos postagens relacionadas à Teresa de Benguela e a atuação das Candaces na história afro-brasileira.

 Acesse: Vídeo com samba-enredoTeresa, Tereza ou Thereza foi uma líder quilombola, ícone de liderança feminina negra, que manteve bravamente o Quilombo do Quariterê (Cuiabá - MG) por duas décadas sobrevivendo até 1770. 
  Infelizmente não há muitos registros acerca desta figura; assim não se sabe se Tereza veio da África ou nasceu na América. Sabe-se que, com a morte do marido, Tereza assumiu o comando do quilombo, sendo aclamada rainha. 
 Sua atuação como uma liderança feminina à frente da resistência e luta pela liberdade, a coloca entre as denominadas Candaces ou Rainhas Guerreiras.
   No dia 02 de junho, entrou em vigor a Lei Federal nº 12.987, que institui o Dia Nacional de Teresa de Benguela e da Mulher Negra, a ser comemorado, anualmente, em 25 de julho. 
   Em 1994 a G.R.E.S Unidos do Viradouro apresentou o samba-enredo:  Tereza de Benguela - Uma Rainha Negra No Pantanal. Clique no link abaixo para ouvir o samba.

Autores: Joãosinho Trinta Cláudio Fabrino, Paulo César Portugal, Jorge Baiano e Rico Medeiros

Vai clarear, vai clarear
Um sol dourado de quimera
A luz de Tereza não apagará
E a Viradouro brilhará na nova era

Amor, amor, amor
Sou a viola de cocho dolente
Vim da Pérsia, no Oriente
Para chegar ao Pantanal
Pela Mongólia eu passei
Atravessei a Europa medieval
Nos meus acordes vou contar
A saga de Tereza de Benguela
Uma rainha africana
Escravizada em Vila Bela

O ciclo do ouro iniciava
No cativeiro, sofrimento e agonia
A rebeldia acendeu a chama da liberdade
No quilombo o sonho de felicidade

Ilê ayê, ara ayê, ilú ayê
Um grito forte ecoou
A esperança no Quariterê
O negro abraçou

No seio de Mato Grosso a festança começava
Com o parlamento, a rainha negra governava
Índios, caboclos e mestiços, numa civilização
O sangue latino vem na miscigenação
A invasão gananciosa, um ideal aniquilava
A rainha enlouqueceu, foi sacrificada
Quando a maldição a opressão exterminou
No infinito uma estrela cintilou

Vai clarear, vai clarear
Um sol dourado de quimera
A luz de Tereza não apagará
E a Viradouro brilhará na nova era


Em breve postaremos mais textos, não deixe de acompanhar e compartilhar nossas postagens!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Èdè Yorùbá a língua do Òrìṣà. Contribuições da Casa de Òsùmàrè parte 3

Casa de Oxumarê fez mais uma postagem muito interessante sobre a língua Yorubá, que compartilhamos a seguir na íntegra.



Em continuidade a série “Èdè Yorùbá”, que tem por objetivo abordar o Yorùbá, a língua do Òrìṣà, vamos falar hoje sobre as partes do corpo humano. Aproveitem!

ORI = CABEÇA
AGBỌN = QUEIXO
APÁ = BRAÇO
ORUNKUN = JOELHO
ETE = LÁBIOS
ẸNU = BOCA
ẸSẸ = PÉS/PERNA
IDI = NÁDEGAS
IKA = DEDO
ETI = ORELHA
IMÚ = NARIZ
IRUN = CABELO
IWAJU = ROSTO
OBO = VAGINA
OJU = OLHO
OKÓ = PÊNIS
ỌKAN = CORAÇÃO
ỌWỌ = MÃO
ỌYAN = SEIO
EJIKA = OMBRO
EHIN = DENTE
EEGUN = OSO
AYA = PEITO
AWỌ ARA = PELE
ẸHIN = COSTAS
IDODO = UMBIGO
IGUNPA = COTOVELO
ITAN = COXA
ỌRUN = PESCOÇO
IKUN = BARRIGA

Do Coração da África- Arte Yorubá em exposição no MASP


A partir de hoje o MASP a exposição inédita Do Coração da África- Arte Yorubá, com   49 obras extraídas da coleção Robilotta. Dividida em dez grupos, a exposição apresenta peças que expressam as manifestações centrais das tradições culturais e religiosas da nação Iorubá. São obras produzidas até os anos 1960, portanto anteriores à pressão globalizante que de lá pra cá passou a influenciar a produção de países como Nigéria, Costa do Marfim, Zaire e Benin, entre outros que abrigam a nação Iorubá. “A cultura africana está na origem de um dos marcos da arte moderna ocidental, aquele proposto pelo Picasso cubista de 1907 que buscou suas então escandalosas formas humanas nas máscaras e figuras das esculturas tradicionais da África negra”, escreve o curador Teixeira Coelho.

O contato da África com a Europa é milenar, intensificando-se desde o início das navegações portuguesas na segunda metade do século 15. No século 17, os europeus atingiram o interior do continente e existem indícios de que artesãos africanos produziam objetos de marfim por encomenda para comercialização na Europa. Mesmo nos tempos coloniais, apesar das invasões dos missionários cristãos e da influência muçulmana, muitos aspectos da cultura africana  abaixo do Saara evoluíram em dinâmica própria.

DO CORAÇÃO DA ÁFRICA – Arte Iorubá Coleção Robilotta MASP
A cultura africana está na origem de um dos marcos da arte moderna ocidental, aquele proposto pelo  Picasso cubista de 1907 que buscou suas então escandalosas formas humanas nas máscaras e figuras das esculturas tradicionais da Africa negra. Outra vez, o velho formava o novo. As dimensões desse aporte africano para a arte moderna ficam mais claras e próximas para o visitante do MASP com a primeira mostra da recém doada coleção Robilotta. Com ela e com a coleção de arte asiática a ser exibida futuramente, o MASP explora melhor as relações globais e as versões da arte num mundo cada vez menor.

Mas, o que se vê nesta mostra é arte ou cultura? Estas peças têm um caráter utilitário há muito ausente da arte ocidental. Esta ainda serve para alguma coisa, é fato: adorno, distinção social, lucro econômico; residualmente, até para culto religioso. Esses usos, porém, não mais a definem nem lhe são necessários: sua simples existência basta para justificá-la. Inversamente, estas peças africanas servem a fins específicos, da cura de um mal ao aplacamento de alguma ira divina. De pelo menos uma delas pedaços foram retirados, por seu poder místico, para serem usados como amuleto. Nada análogo em relação à arte moderna ocidental: o caso seria de vandalismo ou insanidade econômica. Assim, para a antropologia tradicional estas peças seriam um caso de cultura, não de arte. A modernidade avançada, contudo, sugere que é arte o que se vê como arte.
Sem prejuízo de sua dimensão cultural, de resto congelada quando entram para um museu, é como arte que o MASP as apresenta, compartilhando com seus visitantes o prazer de contemplar as formas de uma parceira da modernidade e de conhecer melhor uma outra visão de mundo, menos extinta do que parece.

Texto de Teixeira Coelho, junho de 2014

MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Av. Paulista, 1578. Acesso a deficientes. Horários: De 3ªs a domingos e feriados, das 10h às 18h. Às 5ªs: das 10h às 20h.  bilheteria fecha meia hora antes. 
Ingresso: R$ 15,00. Estudantes, professores e aposentados com comprovante: R$ 7,00. 
Acesso gratuito a todos às terças-feiras e para visitantes com até 10 anos e acima de 60 anos
Estacionamento: Car Park – Alameda Casa Branca, 41. R$ 14,00 para até duas horas (sábados e domingos: R$ 13,00 pelo período integral). Pegar adesivo na recepção do MASP os descontos.

Informações ao público: www.masp.art.br | twitter.com/maspmuseu |facebook.com/maspmuseu
Fone: 11 3251.5644

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Èdè Yorùbá a língua do Òrìṣà. Contribuições da Casa de Òsùmàrè


Como importante contribuição para o estudo da língua Yorùbá, a página da Casa de Oxumaré está disponibilizando informações sobre esta língua tão importante na cultura africana e da Diáspora.
Para nós que valorizamos o compartilhamento de informações e ações culturais que contribuam para a desmistificação e o respeito pelas raízes afro, destacamos a fala da Casa, com a qual concordamos:

Falamos “Língua do Òrìṣà”, pelo fato do Yorùbá ser o idioma falado nas terras de origem desses Deuses, tais como: Ibadan, Ọyọ, Ijebu Ọdẹ, etc. Porém, nunca é nulo afirmar, que o Òrìṣà compreende a língua do coração e de quem acredita e por ele tem fé.

Inicialmente é importante destacar que o alfabeto yorùbá é distinto do português. Abaixo, segue o alfabeto yorùbá (ABIDI), seguido de sua pronúncia. Vejamos:

A = A
B = BI
D = DI
E = Ê
Ẹ = É (observe que há uma acentuação abaixo – isso diferencia o som do “Ê” para o “É”).
F = FI
G = GUI (o “G” em yorùbá, sempre tem o som como “Goiaba”, “Gol”, etc. Num como “geleia”, “gelo”, etc).
G = “GBI” (não há som correspondente no alfabeto português)
H = RRI (sempre som de “RR”)
I = I
J = DJI (Como o som de A”dje”tivo)
K = KI
L = LI
M = MI
N = NI
O = Ô
Ọ = Ó (observe que há uma acentuação abaixo – isso diferencia o som do “Ô” para o “Ó”).
P = “KPI” (não há som correspondente no alfabeto português)
R = RI (sempre brando como “lorota”, “nora”, “careta”, etc.).
S = SI
Ṣ = XI (observe que há uma acentuação abaixo – isso diferencia o som do “SI” para o “XI” – por exemplo, a forma correta de escrever Orixá é Oriṣa e Axé, na verdade, se escreve Aṣẹ).
T = TI
U = U
W = UI (como “uísque”).
Y = I

IMPORTANTE: Não existem as letras: “X”, “C”, “Q”, “V” e “Z”.
Os acentos agudos e crase dão a tonalidade alta e baixa, respectivamente. A inexistência do acento dá o tom médio à pronúncia.

Ao todo, são sete as vogais: A, E, Ẹ, I, O, Ọ, U (importante: se a vogal fora seguida de “N”, terá a pronúncia nasal).

“FORMA EQUIVOCADA” | FORMA CORRETA | TRADUÇÃO

“ABALUAE” | ỌBALUWAIYE | NOME DE ORIṢA
“ABUKÓ” | OBUKỌ | BODE
“AKIKÓ” | AKUKỌ | GALO
“ALUBASA” | ALUBỌSA | CEBOLA
“AMADE” | ỌMỌDE | CRIANÇA
“APOLÓ” | ỌPỌLỌ | SAPO
“BUBURU/BOBURU” | GUGURU | PIPOCA
“DUNDUN” | DUDU | PRETO
“EBAMI” | ẸGBỌN MI | MEU IRMÃO
“ENIN” | ẸNI | ESTEIRA
“ETUN” | ẸTU | GALINHA D’ANGOLA
“EUÁ” | YEWA | NOME DE ORIṢA
“IBI” | IGBIN | CARAMUJO
“IOBA/YOBA/IYOBA” | OBA | NOME DE ORIṢA
“INRILÊ” | ẸYẸLẸ | POMBO
“IYABA” | AYABA | EQUIVALE A “RAINHA”
“MIM” | MI | MEU
“OMIN” | OMI | ÁGUA
“OTIN” | OTI | BEBIDA ALCOÓLICA 
“OXAGUIYAN” | OṢOGIYAN | NOME DE ORIṢA 
“OXUM MARE” | OṢUMARE | NOME DE ORIṢA
“ORUNKÓ” | ORUKỌ | NOME
“OSANHA” | ỌSANYIN | NOME DE ORIṢA

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Workshop de cultura guineense

Divulgando o convite do grupo Ilú Obá de Min para workshop de cultura guineense. Mais informações sobre a Ong, acesse: https://www.facebook.com/pages/Il%C3%BA-Ob%C3%A1-De-Min/125403590866610?fref=ts



Conversas com Mestres.Érika Balbino e Alexandre Keto

A biblioteca recebeu no último sábado a autora Érika Balbino e o ilustrador Alexandre Keto, integrando o Círculo de cultura afro brasileira 2014.



Eles falaram um pouco de suas trajetórias e do processo criativo da obra Num tronco de iroko vi a Iúna cantar, recém-lançada pela editora Peirópolis.


Depois do bate papo a autora e o ilustrador autografaram os exemplares adquiridos pelos participantes do círculo, e prestigiaram também o curso de língua yorubá.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

CONVERSA COM MESTRES : ÉRIKA BALBINO E ALEXANDRE KETO

Convidamos a tod@s para participar do  encontro com a escritora Érika Balbino e o ilistrador Alexandre Keto, que irão falar sobre o processo de criação de seu livro 
Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar . 

DIA : 07/06/2014, sábado
HORÁRIO : 15h
LOCAL : Biblioteca Pública Monteiro Lobato
Endereço : Av. Marechal Rondon, 260 – Centro de Osasco


A obra estará sendo comercializada por R$ 49,00 – livro + cd + QRcode que pode ser acessado por qualquer smartphone e permite ouvir  todas as músicas do CD.


I - Sobre a obra e a autora :

Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar , Erika Balbino revela a força da cultura africana em uma de suas manifestações mais populares ao narrar com maestria o encantamento e o deslumbramento dos protagonistas meninos ao desvendarem os poderes e os mistérios da capoeira, e de como essa prática tem o poder de falar com todas as pessoas. Uma luta, uma dança, um jogo, uma arte.

Ariokô, o ser irracional que os meninos irão combater, deseja usá-la como arma de sua vaidade, que funciona como uma cortina negra não o deixando perceber o poder acolhedor da capoeira, bem como todo o mal que a vaidade dos homens causa a Mãe Terra.

Erika Balbino
Nasceu na cidade de São Paulo. Formou-se em Cinema com especialização em Roteiro na Fundação Álvares Penteado (Faap) e é pós-graduada em Mídia, Informação e Cultura pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (Celacc) da Universidade de São Paulo (USP). Além de seu envolvimento com cultura afro-brasileira e umbanda, joga capoeira há treze anos e desenvolve projeto de pesquisa sobre essa prática na capital paulista.

II - Sobre as ilustrações :

As lindas ilustrações de Alexandre Keto, artista urbano conhecido na periferia de São Paulo, com trabalho reconhecido na França e na Bélgica e educador social no Senegal, são lúdicas e dinâmicas, e harmonizam-se com a linguagem proposta por Erika Balbino, refletindo força e a riqueza do  imaginário plural brasileiro.

Alexandre Keto
Nascido na capital paulista, seus primeiros contatos com a cultura Hip Hop ocorreram em oficinas que aconteciam no bairro em que morava. Logo virou um multiplicador e passou a espalhar a cultura Hip Hop por diversos guetos mundo afora por meio de projetos sociais. Usa o trabalho artístico como uma ferramenta de transformação social, principalmente em países africanos, onde desenvolve projetos comunitários e de intercâmbio.

III – Sobre o CD :

Encartado na obra há ainda um CD com a narração da história pela própria autora e cantos de capoeira e pontos de Umbanda, com a participação do percussionista Dalua, da cantora Silvia Maria, Rodrigo Sá, além dos Mestres Catitu, Jamaica, e Caranguejo, grandes nomes da cultura popular, esse último tendo exercido a profissão de Mestre de Capoeira por quase 20 anos na Fundação Casa. No final do livro há um glossário contendo todos os termos utilizados no livro que possam ser desconhecidos do público em geral. Além disso, a contra capa do livro conta com um QR Code que pode ser acessado por qualquer smartphone e permite ouvir a todas as músicas do CD.

IV – Comentários :

No prefácio, o professor de Jornalismo da USP, coordenador do CELACC (Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação) e membro do NEINB (Núcleo de Pesquisas e Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro) Dennis de Oliveira, traça uma analogia da invisibilidade da cultura negra com a brincadeira de esconde-esconde, afirmando que é necessário retirar a venda do preconceito dos olhos – que nos impede de ver o outro - para descobrir o que está escondido ao nosso redor.

Segundo a autora, apesar de estar presente em momentos históricos importantes, a capoeira tem seu reconhecimento só no papel, assim como várias políticas públicas em favor da cultura afrobrasileira e periférica.  “A capoeira foi declarada Patrimônio Cultural do País em 2008, e ainda hoje, está mais presente nas escolas particulares do que nas públicas, exceto naquelas que abrem espaço para programas sociais de final de semana, e nas quais o profissional da capoeira não é remunerado”, afirma.

Combatendo esse paradigma, a publicação introduz uma série de elementos dessa cultura para o público infanto-juvenil.

“A cultura afro-brasileira ainda é invisível. Seu ensino foi aprovado por lei (Lei 10.639/030 em 2003), mas permanecemos no campo do aprendizado da cultura europeia, replicando valores já tão ultrapassados. Continuamos no campo do folclore, como se o negro e até mesmo o índio fossem objeto de uma vitrine, utilizada para fazer figuração em momentos oportunos. A literatura pode nos libertar dessas amarras e acredito que esta seja minha pequena contribuição”, conclui Erika.


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Círculo de cultura afro 2014- Contra- Mestre Rafael Dia Lemba


O encontro do último sábado do curso de língua Yorubá contou com a participação do cotra-mestre Rafael Xikarangoma, do grupo de capoeira Mbutu Angola. Falando sobre as origens do berimbau,  seu toques e significados, contribuindo com o Círculo de Cultura deste ano.

Mais informações sobre a Mbutu Angola acesse:
https://www.facebook.com/MbutuAngola/info
http://capoeirambutu.blogspot.com.br/